quarta-feira, 11 de março de 2015

Série Floresta dos Guarás . Os manguezais das Reentrâncias Maranhenses.

A Série Floresta dos Guarás é uma divulgação dos patrimônios socioambientais dos municípios das Reentrâncias Maranhenses, onde o LAMA/CERMANGUE da UFMA realiza projetos de pesquisa e educação ambiental . FOTO: manguezal de Mãe d'Água, município de Apicum Açu.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

CERMANGUE apresentará trabalho no 8 WEEC - Congresso Mundial de Educação Ambiental - em Gothenburg, Suécia

 O Cermangue apresentará o trabalho *Participatory mapping of coastal dynamics for addressing resource conflicts and climate change scenarios in a tropical fishermen community  no 8 Congresso Mundial de Educação Ambiental que será realizado na cidade de Gothenburg, Suécia, de 29 de Junho a 2 de Julho de 2015. 

Com o Tema As Pessoas e o Planeta: como desenvolver juntos?  o  mais importante evento de Educação Ambiental confirma sua atuação na integração da educação e cultura com a ciência e a tecnologia na busca de soluções coletivas  envolvendo educadores, cientistas, gestores públicos, voluntários e demais segmentos da sociedade.

O que: 8 WEEC - 8 Congresso Mundial de Educação Ambiental
Onde: Gothenburg, Suécia.
Quando: 29 de Junho a 02 de Julho de 2015


* Traduçao do título do trabalho: Mapeamento participativo da dinâmica costeira visando cenários de mudanças climáticas e conflitos de recursos, numa comunidade pesqueira tropical.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Artigo completo sobre jogos educativos para conservação e recuperação de manguezais, publicado nos Anais do 7 Congresso Mundial de Educação Ambiental


Está disponível para todos, os artigos completos publicados nos Anais do 7 Congresso Mundial de Educação Ambiental , realizado em Marrakech, no Marrocos, em 2013. São artigos completos distribuídos em 11 grupos temáticos, disponíveis em pdf.

No Grupo Temático 7 Greening Education, o LAMA/CERMANGUE apresentou o trabalho:

  Environmental education games for mangrove restoration and protection involving global changing scenarios. Developing environmental education games for protection of mangrove ecosystems.
Autores: Flávia Rebelo Mochel, Priscilla C. Ribeiro, Jacyara N. Corrêa


 Acesse aqui o grupo temático 7  e encontre o artigo na íntegra digitando o primeiro autor  "Mochel":




CERMANGUE fecha parceria com ONG Libertas e Secretaria Municipal de Educação de São Luís.




A ONG Libertas (3º Setor) fechou uma forte parceria, com a professora doutora Flavia Mochel, do Departamento de Oceanografia e Limnologia, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). A ONG juntamente com o Cermangue- Centro de Recuperação de Manguezais- irão trabalhar a Educação Ambiental formal e não-formal em São Luís, com o apoio do secretário municipal de educação Geraldo Castro Sobrinho. Serão realizadas oficinas, sessões de vídeos, exposições, atividades com material lúdico educativo e debates com convidados sobre diversos temas da sustentabilidade socioambiental.  

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

CERMANGUE é contemplado no Edital PROEXT 2015 do MEC




O Cermangue continuará suas atividades de Educação Ambiental e Recuperação Comunitária de Manguezais no municípiode Apicum Açu, em 2015. Os recursos provenientes do MEC para Projetos e Programas de Extensão nas universidades brasileiras propiciarão a elaboração e produção de novos jogos educativos e livros-textos com atividades. Esse material, como os anterires, será utilizado em oficinas de extensão no município, realizadas em escola e nas comunidades, muitas delas em praias e ilhas, onde o acesso aos  meios informatizados ainda é inexistente. Com o apoio dos gestores municipais e das lideranças comunitárias, esse recurso virá somar aos esforços de transformação para a melhoria da realidade socioambiental, por meio da educação e da conservação e recuperação dos manguezais.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

A outra “Belo” que está se instalando à beira do rio Xingu

São Luís, 13 de maio de 2013



Depois de realizar pesquisa mineral por cerca de três anos, a mineradora canadense Belo Sun pretende instalar no município de Senador José Porfírio (Pará) o Projeto Volta Grande, o maior projeto de mineração de ouro a céu aberto do Brasil, segundo afirma no seu site. A empresa espera que a Licença Prévia (LP) seja emitida ainda neste semestre e afirma que atuará de acordo com as melhores práticas socioambientais. No entanto, o processo de licenciamento ambiental do empreendimento enfrenta impasses, como apurado nesta reportagem. A sociedade local teme por potenciais impactos ambientais, como riscos futuros ao abastecimento e à qualidade da água por assoreamento e lançamento de poluentes, além de uso de explosivos, desmatamento e acúmulo de resíduos tóxicos que poderiam afetar o rio Xingu e, consequentemente, povos indígenas e ribeirinhos. 

Mas no centro dos debates há também outro complicador já reconhecido por instituições como o Ministério Público Federal (MPF), a Defensoria Pública do Estado do Pará e a Fundação Nacional do Índio (Funai), além de organizações não-governamentais como o ISA (Instituto Socioambiental). O principal reservatório da polêmica usina hidrelétrica de Belo Monte, em construção na cidade de Altamira, está a 50 km da área onde a mineradora pretende instalar suas operações. Embora sejam projetos independentes, devido a essa proximidade, segundo os críticos, o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) da Belo Sun deveria ter levado em consideração os efeitos conjuntos dessas duas grandes obras na região da Volta Grande, trecho de cerca de 100 Km do rio Xingu, que poderá ter sua vazão reduzida em até 80% nos próximos anos devido ao represamento da água destinada às operações da hidrelétrica de Belo Monte. 
Fonte: eco Reportagens

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Preservar a natureza ajuda a combater a malária, diz estudo

São Luís, 03 de maio de 2013

Equilíbrio ecológico pode ser um dos fatores que ajuda a eliminar o transmissor da doença que atinge principalmente a região amazônica

99,5% dos casos de Malária no Brasil ocorrem na região da Floresta Amazônica, de acordo com o ministério da saúde
Fatores ecológicos podem impedir a transmissão do plasmódio, micro-organismo causador da malária. É o que aponta uma pesquisa realizada pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) na Ilha do Cardoso, área preservada de mata atlântica no litoral sul do Estado de São Paulo.
O estudo mostra que a biodiversidade de aves e de mamíferos, bem como a de mosquitos não-vetores do parasita, interrompem a cadeia de 
De acordo com o biólogo Gabriel Zorello Laporta, um dos autores da pesquisa, o modelo clássico de transmissão da malária não incorpora os efeitos das inteervenções ecológicas sobre o vetor e os hospedeiros, que podem influenciar ou não a transmissão da doença para os seres humanos. “Os fatores chaves são o vetor (mosquito), que incorpora o parasita ao picar um hospedeiro infectado e que pode levá-lo a um hospedeiro suscetível”, diz o biólogo.

“É um sistema simples, em que nenhum fator externo tem influência”, afirma, ressaltando que, “no entanto, o vetor e os hospedeiros não estão inertes e, dentro do ambiente, realizam interações que podem criar uma instabilidade na dinâmica e, dessa forma bloquearem a transmissão”, afirma.
Os pesquisadores desenvolveram um modelo teórico que foi testado na Ilha do Cardoso, que é uma unidade de conservação da Mata Atlântica situada no litoral sul do Estado de São Paulo. “Nessa região não há presença do parasita, apesar das áreas nas proximidades serem endêmicas para a malária”, diz o cientista. “Dois fatores ecológicos poderiam bloquear a dinâmica de transmissão: os níveis altos de biodiversidade de aves e mamíferos, e também a diversidade de mosquitos não-vetores”.
Segundo ele, os animais podem ser picados pelo mosquito que transmite o parasita, o qual não se desenvolve. “Isso corta a cadeia de transmissão, o que faz com que sejam conhecidos como hospedeiros não competentes ou ‘dead end’ [sem saída]”, afirma Laporta. “Se a alta abundância dessas espécies bloqueia a transmissão, no sentido inverso, uma presença baixa ou média de espécies pode ter o efeito inverso”.  
Fonte: Globo Rural

Conheça os principais inimigos das árvores nas zonas urbanas


São Luís, 03 de maio de 2013


Ao observar irregularidades em alguma árvore na zona urbana, procure sempre o órgão responsável pela gestão ambiental de sua cidade. Foto: André Lage/Flickr
Conhecer as principais ameaças que as árvores da zona urbana estão expostas é um bom começo para preservá-las. Muitas vezes, as irregularidades nas plantas são bem perceptíveis, e pode ser fácil pedir que as autoridades competentes façam reparos nas árvores.
Além de serem importantes elementos para compor a paisagem das cidades, é comprovado que as árvores das praças, parques e calçadas aumentam a qualidade de vida das pessoas, melhorando não só o ar e equilibrando temperaturas, mas também estabelecendo uma relação mais ampla do homem com a natureza, além de promover maior interação entre as pessoas. É preciso ficar atento aos inimigos mais perceptíveis que ameaçam as árvores na zona urbana.
O Cermangue compartilha aqui algumas dicas legais que podemos ter com as árvores:
Fique de olho na fiação elétrica
Em primeiro lugar, os galhos das árvores que servem como “caminho” para a rede elétrica precisam estar podados, para que as folhas não atrapalhem os fios de alta tensão que passam por ali.

Outra estratégia é perceber se a árvore está equilibrada: caso esteja com peso distribuído de forma irregular, este pode ser um dos fatores que levem a árvore a cair, mesmo fora da época de fortes chuvas. O problema se agrava quando ocorre a queda da árvore que está muito próxima da fiação da rede elétrica, podendo acontecer uma interrupção no abastecimento de energia.
Tome cuidado com o cimento
O material de construção é um dos maiores inimigos para o crescimento das árvores nas zonas urbanas: além de empobrecer o solo, o cimento ainda sufoca as raízes das plantas, diminuindo a capacidade de sustentação e fazendo com que as árvores fiquem mais baixas e mais frágeis.

Fungos à vista
Os fungos se alastram nas árvores não só por influência do clima úmido, mas também por podas mal feitas e por pregos inseridos nos troncos e galhos, que são portas de entrada para cogumelos e outras espécies. Se as autoridades responsáveis não forem acionadas a tempo, os fungos invadem o interior das árvores, deixando-as fracas e doentes.
Fonte: Envolverde: Jornalismo e Sustentabilidade

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Reunião Especial da SBPC em Alcântara discute a água e sua importância para o planeta

São Luís, 26 de abril de 2013


A escassez e a falta de água são problemas que fazem parte da realidade da maior parte dos 22 mil habitantes do município Alcântara (MA). Por isso, é fácil entender o interesse pelos temas relacionados a ela, demonstrado pelos alunos do Ensino Fundamental, que participaram da Reunião Especial da SBPC em Alcântara, realizada entre segunda-feira e termina hoje. Duas atividades desenvolvidas em quatro Polos Educacionais do município trataram da água, seu ciclo e sua importância para a humanidade e o planeta.

Em uma delas, foi construído um terrário para demonstrar como funciona a evaporação, a formação de nuvens e a chuva. Também foi mostrado como fazer a limpeza da água com a construção de um filtro com garrafa PET, areia, pedras e carvão. Além disso, foi explicado às crianças como se faz uma armadilha para o mosquito transmissor da dengue, o que serviu para discutir os métodos de prevenção de doenças para as quais a água tem papel essencial na sua disseminação. “As crianças adoraram nossa oficina”, disse a bioquímica Valquíria Medeiros, professora da Universidade Federal de Juiz de Fora, e uma das responsáveis pela atividade. “Procuramos abordar questões que estão na realidade dos estudantes daqui. Como isso, conseguimos prender a atenção deles.”

 Um gibi foi o meio usado na outra oficina para tratar das questões relativas à água. Na verdade, o livrinho distribuído aos alunos tem um objetivo maior que a alfabetização científica e a popularização da ciência. “Por meio da história em quadrinhos do gibi podemos tratar de vários temas”, explicou a bióloga Nilana Barros, professora da Escola Paulista de Medicina – Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Entre eles, lixo e poluição, desperdício de água, tipos de nuvens e reciclagem. A maioria dessas crianças nunca viu um gibi. Abrimos um novo mundo para elas. Também ajudamos a criar uma consciência ambiental nessas comunidades.”

As crianças, que demonstraram ter um bom conhecimento sobre a dengue, gostaram de receber outros conhecimentos que não tinham. “Aprendi que nem toda água está limpa apenas por ser transparente”, contou Natan dos Santos Pereira, de 10 anos, aluno do 3º ano, da Escola Municipal D. Pedro II, do povoado de Arenhengaua, a cerca de 45 quilômetros da cidade de Alcântara. “Ela pode transmitir muitas doenças, mesmo quando a gente acha que ela está limpinha e boa para beber.”

(Evanildo da Silveira - de Alcântara) 

 

Vem aí o XII GREENMETTING

São Luís, 26 de abril de 2013

Um ano após a Rio + 20, o XII Encontro Verde das Américas, o “Greenmeeting”, que acontecerá em Brasília nos dias 21 e 22 de maio de 2013, se projeta para ser um importante observatório, sobre a ótica positivista, referente ao alcance do resultado final da Conferencia das Nações Unidas.
As discussões são importantes e fundamentais para se chegar a uma plataforma ambiental global, que coloque no mesmo plano, o desenvolvimento econômico, ambiental e social, no sentido de erradicar a pobreza. Porém, já existem centenas de acordos diplomáticos voltados para a questão ambiental, e que levaram anos para serem concluídos. É chegado o momento de começar a implementar tais ações, pois os especialistas não podem perder tempo com discussões intermináveis.
Mais informações: www.greenmeeting.org/novoporta
Fonte: Portal do Meio Ambiente


segunda-feira, 22 de abril de 2013

Dia Internacional da Terra

São Luís, 22 de abril de 2013

Hoje, 22 de abril, é o Dia Internacional do nosso grande e belo paneta: a Terra.


Segundo dados, o planeta Terra tem, aproximadamente, 5 bilhões de anos, e muitas são as teorias a respeito de seu surgimento. Para ficar como a conhecemos atualmente, ela passou por eras glaciais, terremotos, maremotos e todo tipo de intemperismo. É por isso e muito mais que ela merece todo o nosso respeito e, acima de tudo, o nosso cuidado.

E, pegando carona na data de hoje, o Cermangue compartilha com você algumas dicas do Greenpeace, sobres alguns cuidados que devemos ter com o nosso planeta.

Respeite o planeta!

Ao visitar ambientes naturais resista à tentação de levar "lembranças" para casa. Deixe pedras, artefatos, flores, conchas etc. onde você os encontrou, para que outros também possam apreciá-los.
Não compre produtos em embalagens de aerossol, como cosméticos e inseticidas. Essas embalagens normalmente contêm Clorofluorcarbonos (CFCs), que são os gases responsáveis pela formação do buraco na camada de ozônio.
Abra a torneira somente quando for usar a água. Por exemplo, enquanto escova os dentes, pode deixá-la fechada, abrindo novamente só na hora de enxaguar a boca. Faça o mesmo enquanto estiver ensaboando as mãos, caso contrário, estarão desperdiçando cerca de 7 litros de água. Enquanto faz a barba com a torneira aberta, um homem chega a desperdiçar cerca de 65 litros de água.
Devemos reciclar o lixo e evitar o desperdício. A reciclagem diminui o lixo e faz surgir novas invenções.
O meio ambiente não nos pede nada, pelo contrário, nos dá tudo. Cuidar dele, sem se preocupar em receber algo em troca, é uma necessidade vital.
Fonte: Green Peace

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Cermangue promove atividades de recepção aos calouros de Oceanografia

São Luís, 18 de abril de 2013
Um trote ecológico, na Praia São Marcos, encerra a Semana do Calouro de Oceanografia no sábado.


O Cermangue, sempre presente nas atividades que envolvem o curso de Oceanografia, não poderia ficar de fora da Semana do Calouro, promovida pelo Departamento de Oceanografia e Limnologia da Universidade Federal do Maranhão. As atividades da semana tiveram início nesta segunda (15) e encerram-se no sábado, com um trote ecológico na Praia de São Marcos.

Durante a semana ocorreram diversas atividades envolvendo alunos e professores do curso. Palestras e apresentação dos laboratórios do departamento foram promovidas aos alunos com o objetivo de situá-los no curso, dando-lhes uma percepção melhor dos desafios e oportunidades que os esperam na universidade. Nesse intuito, a equipe do Cermangue, bem como o LAMA, Laboratório de Manguezais da UFMA, foram apresentados aos novos ingressantes, para que os mesmos pudessem conhecer e, quem sabe, participar caso haja interesse.

Na manhã desta sexta-feira, Flávia Mochel, Coordenadora do LAMA e do Cermangue, levou aos calouros e alguns veteranos, uma Sessão do Cine “Curta o Mar”, que já é tradição nos eventos do curso de Oceanografia. O documentário “Planeta Água”, que trata da diversidade e dos fenômenos ocorridos no Mar, prendeu a atenção dos estudantes do início a fim.

Mayla de Aguiar, Caloura de Oceanografia, aprovou o documentário que, para ela, foi de grande importância aos calouros. “Foi muito legal, pois nos deu uma noção da diversidade de nichos que o aluno de Oceanografia pode explorar.”

Um ponche de boas-vindas aos novos alunos acontece no início da noite na universidade. E um trote ecológico, com alunos e professores, encerra as atividades da semana do Calouro de Oceanografia 2013.2.

Redação: Paiva Silva

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Tem início a segunda etapa do Programa Manguezal em Apicum-Açu

São Luís, 18 de abril de 2013
Centro realiza rodada de atividades da segunda etapa do Programa Manguezal




Após visitar o município em 23 de março para apresentação do Programa Manguezal, o Cermangue retorna a Apicum-Açu para dar início à segunda etapa do programa. E de 10 a 15 do corrente mês a equipe do centro esteve na cidade desenvolvendo uma série de atividades.

No primeiro dia, foi realizada uma oficina com os funcionários da limpeza e da saúde, que serão grandes colaboradores da campanha “Mangue Limpo, Cidade Limpa” _uma das ações do Programa Manguezal; No segundo e terceiro dias, foi a vez da equipe realizar embarque até as ilhas para coleta e pesquisa de campo; No 4º dia foi realizada uma oficina e capacitação com o pessoal da Educação( professores, coordenadores e o secretário de educação). Na ocasião houve a entrega de cartilhas, jogos de tabuleiros,  quebra-cabeça, calendários (material educativo produzido pelo Cermangue) para a Secretaria de Educação repassar aos professores, que deve  trabalhar esse material nas escolas com os alunos; No 5° dia houve novamente embarque e oficina com os pescadores na Ilha da Baleia; E no sexto e último dia, a equipe apresentou o Programa Manguezal aos pescadores no Porto do Cavalo, discutindo sobre questões sociais, situação dos pescadores, documentação, etc. Houve ainda a entrega de folhetos e calendários

Assim, o Centro encerrou a primeira rodada de atividades da segunda etapa do Programa Manguezal_ uma parceria entre a Universidade Federal do Maranhão e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Apicum-Açu. A volta do Cermangue ao município está prevista para o mês de maio.


Redação: Paiva Silva
Fonte: Jacyara Corrêa

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Cientistas alertam para desequilíbrio de nitrogênio na América Latina


São Luís, 15 de abril de 2013
Impacto humano no ciclo do elemento pode prejudicar ambiente.
Brasileiros apontam soluções, mas indicam deficiência em monitoramento.
 
Queimadas na Amazônia; Foto: NASA
Estudo publicado nesta quinta-feira (11) na revista “Science” e que reúne pesquisadores do Brasil, Bolívia, Argentina, Venezuela e México defende a adoção de soluções sustentáveis para reduzir o impacto humano no ciclo do nitrogênio na atmosfera, no solo e nos rios da América Latina.
 
Mesmo sem apresentarem dados que mostrem as quantidades desse elemento que são lançadas no ar ou nos corpos d’água, os cientistas alertam para o “desafio do nitrogênio” na agricultura, no desenvolvimento das grandes cidades e na preservação da biodiversidade latino-americana.
 
O artigo cita que o nitrogênio, associado ao oxigênio, torna-se um poderoso causador do efeito estufa, o óxido nitroso (N2O). Liberado por emissões industriais, queimadas e desmatamento de florestas tropicais, além de fertilizantes utilizados de forma acentuada na agricultura, o elemento também prejudica rios quando há lançamento de esgoto sem tratamento.
Fonte: Globo Natureza



terça-feira, 9 de abril de 2013

Cermangue dá início à segunda etapa do Programa Manguezal em Apicum-Açu

São Luís, 09 de abril de 2013

Centro volta ao município para retomada do Programa Manguezal


De 23 a 26 de março, o Centro de Recuperação de Manguezais, com toda a sua equipe, esteve na sede do município de Apicum-Açu para dar continuidade às ações do Programa Manguezal. A viagem teve como objetivo  apresentar o programa à nova gestão do município.

Na ocasião, a Coordenadora do Centro, Flávia Mochel, apresentou o programa aos novos gestores (prefeito, secretários) e professores da rede municipal de ensino, que são grandes colaboradores do projeto.

Ainda na ocasião, houve o planejamento da Campanha Mangue Limpo, Cidade Limpa (uma das ações do Programa Manguezal), palestras e oficinas com pescadores e o planejamento geral do Programa Manguezal junto com os professores.

A equipe, que contou com a van “Ciência Móvel” para transporte, cedida pelo laboratório Ilha da Ciência, aproveitou a viagem também para fazer embarque e pesquisa de campo.

O programa Manguezal é uma parceria entre a Universidade Federal do Maranhão e a prefeitura municipal de Apicum-Açu e está sendo desenvolvido desde 2012.

A volta ao município está prevista para amanhã, 10 de abril.

Redação: Paiva Silva
Fonte: Jacyara Corrêa

sábado, 6 de abril de 2013

Caranguejo invasor ajuda a reverter destruição ambiental nos EUA

São Luís, 06 de abril de 2013


Caranguejo-verde, da espécie 'Carcinus maenas', ajuda a controlar população de outro crustáceo em região de Massachusetts, nos Estados Unidos (Foto: Divulgação/Catherine Matassa/Northeastern University).

Um estudo realizado pela Universidade Brown, nos Estados Unidos, aponta que uma espécie invasora de caranguejo está ajudando a reverter a destruição de pântanos que compõem o ecossistema de Cape Cod, no estado de Massachusetts, nos EUA.

A pesquisa, publicada no periódico científico "Ecology", ressalta que a presença do caranguejo-verde (da espécie Carcinus maenas) na região tem servido para controlar a população de outro animal, responsável por problemas ambientais: o caranguejo da espécie Sesarma reticulatum.

As análises dos cientistas apontam que o caranguejo-verde ocupou o lugar dos predadores naturais da espécie Sesarma reticulatum, que estão desaparecendo. Como o caranguejoSesarma reticulatum é herbívoro, ele devora a vegetação dos pântanos - mas a população desta espécie está sendo controlada pelo caranguejo-verde, sugere o estudo.
Pesquisas anteriores apontaram que os predadores da espécie Sesarma reticulatum entraram em declínio devido à pesca esportiva na região.

"Humanos causam impacto no ecossistema além do imaginado", disse o pesquisador Tyler Coverdale, em nota divulgada pela universidade. Ele assinala que ações como a pesca em excesso fazem espécies desaparecerem de seus habitats naturais, enquanto outras, como viagens de navio o comércio, "trazem espécies de fora e fazem com que elas se tornem comuns em regiões onde não são nativas", tornando-se invasoras.

Na maioria das vezes, pondera Coverdale, as duas ações têm impactos negativos. "Mas neste caso, uma espécie invasora está servindo potencialmente para restaurar o equilíbrio ecológico perdido", ressaltou o pesquisador, na nota da instituição.

Erosão
Os cientistas notaram que há anos os pântanos de Cape Cod, cobertos por vegetação que inclui principalmente grama, têm sido degradados, com o solo ficando exposto à erosão. Um dos principais atores deste processo é a espécie Sesarma reticulatum.
Há algum tempo, no entanto, os pesquisadores perceberam que as plantas voltaram a crescer em algumas áreas, ainda que de forma muito tímida. Com cálculos feitos para o estudo, os cientistas constataram haver uma relação entre áreas com grande presença de populações do caranguejo-verde e em que há recuperação de vegetação.

"Ver os pântanos começarem a se recuperar, ao menos em sua cobertura de grama, é impressionante. Quando constatamos este 'ressurgimento', encontramos grandes quantidades de caranguejos-verdes nas regiões em recuperação. Então decidimos quantificar isso", ressaltou o pesquisador Mark Bertness, um dos autores do estudo.

Eles também fizeram testes com animais de ambas as espécies, e constataram que os caranguejos Sesarma reticulatum, que são herbívoros, consomem menos vegetação ao serem confrontados com os animais da outra espécie no meio ambiente. Em geral eles também são derrotados em embates, sobrevivendo em apenas 15% das vezes, dizem os pesquisadores.

Fonte: Globo Natureza

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Campanha Verde para uma Cidade Sustentável será lançada nesta sexta-feira

São Luís, 05 de abril de 2013

Na busca para contribuir com a qualidade ambiental e gerar sensibilidade, responsabilidade e sustentabilidade socioambiental na Universidade Federal do Maranhão, será implantada nesta sexta-feira (5) a Campanha Verde para uma Cidade Sustentável, que é voltada para a doação e o plantio de mudas de plantas nativas do Maranhão na Cidade Universitária, a fim de promover o urbanismo sustentável e criar áreas de preservação ambiental na Universidade. 

O evento irá reunir o reitor Natalino Salgado; o Prefeito de Campus, Guilherme Abreu; a gerente socioambiental da Suzano e parceira do projeto, Adriana Soares; e crianças e educadores do projeto de extensão Jovens com a Bola Toda, do departamento de Educação Física da UFMA. A campanha será iniciada oficialmente às 16h, com o plantio de dez mudas de Ipê e 20 mudas de eucalipto em regiões próximas ao Núcleo de Esportes da UFMA. 

A ocasião marca o início do Programa A3P+, que foi desenvolvido pela Prefeitura de Campus da UFMA e é inspirado na Agenda Ambiental na Administração Pública – A3P, instituída pelo Ministério do Meio Ambiente. Com um extenso cronograma que prevê ações até fevereiro de 2014, inicialmente, o Programa A3P+ foi organizado com base em cinco eixos centrais da A3P do Ministério do Meio Ambiente e inclui mais três eixos elaborados com foco no contexto da UFMA, totalizando oito eixos temáticos. 

O primeiro eixo será sobre o Uso racional dos recursos naturais e bens públicos; o segundo sobre Gestão adequada dos recursos gerados; a terceira sobre Qualidade de vida no ambiente de trabalho; a quarta sobre a Sensibilização e a capacitação dos servidores; o quinto sobre Licitações sustentáveis; o sexto sobre Urbanismo Sustentável, o sétimo sobre Cidade Verde e o oitavo sobre Logística Reversa Sustentável. Com isso, o Programa objetiva “estimular a busca pela qualidade ambiental, a gestão com qualidade e ambientes de trabalho de maior qualidade”, como consta no projeto. 

Os focos das ações a serem implantadas irão, desta forma, se concentrar em aspectos como a racionalização do uso de papel, o consumo racional de energia elétrica, o não desperdício de água, cidadania e ética no trabalho, a elaboração de projetos sustentáveis e o plantio de áreas verdes, sendo que este último será executado com o Projeto Cidade Verde, cujas ações se concentram em iniciativas a exemplo da Campanha Verde para uma Cidade Sustentável amanhã. 



Revisão: Juliana Lavra
Lugar: Cidade Universitária
Fonte: Luciano dos Santos


quinta-feira, 4 de abril de 2013

Definido tema da Semana Acadêmica de Ciências Biológicas

São Luís, 04 de abril de 2013
Sociedade e Meio Ambiente: Ecologia Política e Educação Ambiental será tema da Semana Acadêmica, que contará com palestras, mesas-redondas e minicursos


A terceira edição da Semana Acadêmica de Ciências Biológicas (SACBIO) foi desenvolvida com o objetivo de integrar a comunidade acadêmica com a sociedade de maneira geral, divulgar conhecimento e ciência e a profissão do biólogo. O evento irá ocorrer entre os dias 23 e 26 de abril, no Campus IV Chapadinha/MA, em parceria com escolas da rede pública e privada. O público esperado para o evento é de aproximadamente 700 pessoas que participarão diretamente do evento.

O tema do evento será Sociedade e meio ambiente: ecologia política e educação ambiental, e foi escolhido em função dos cursos de licenciatura e, em especial, o de Ciências Biológicas, por estarem em todas suas vertentes se adequando a uma nova realidade em termos de legislação e pela transição que o Planeta tem passado nestes últimos anos, em especial às intempéries da natureza. Este fato tem exigido uma formação mais aprimorada do profissional que deve destacar os relevantes avanços na área de educação, cujas tecnologias têm criado diversas condições favoráveis ao ensino, integrando, desta forma, a sociedade e a academia. 

O tema será discutido por meio de palestras, mesas-redondas e minicursos para os quais contará com a participação de profissionais do Estado do Maranhão e de Minas Gerais, para o enriquecimento do processo de ensino-aprendizagem, contribuindo para a divulgação do conhecimento. Cada minicurso terá 20 vagas disponíveis e deverá ser indicado pelo interessado no momento da inscrição, o que contribui para a ampliação do conhecimento teórico/prático adquirido pelo aluno em sala de aula. 

O público alvo será os alunos de graduação, ensino médio e a população do município de Chapadinha. “A comunidade poderá participar ativamente de toda programação do evento trazendo para a Universidade a Sociedade Civil, pois muitos ainda vêem a Instituição como um sonho longínquo. Porém, a realidade é que a Instituição se faz presente diariamente na vida do cidadão com as atividades de ensino, pesquisa e extensão realizadas nesta região”, declarou o organizador e professor Claudio Gonçalves. 

A produção científica será disponibilizada em CD´s, os quais serão entregues aos participantes e doados também às instituições educacionais do município. As inscrições poderão ser realizadas no site do encontro. Para mais informações, entrar em contato com o professor Claudio Gonçalves pelo e-mail:clagsilva@hotmail.com.

Revisão de texto: Carol Veloso
Lugar: Cidade Universitária
Fonte: Andressa Gonçalves